Também é possível ganhar dinheiro na rede chinesa com inscrições de live (vídeos ao vivo), criando pacote de assinatura para os seguidores, e no programa de afiliados do TikTok Shop, onde se ganha comissão por venda de produtos disponíveis na plataforma.
O Instagram, uma vitrine poderosa para influencers, não monetiza reels. Para fazer dinheiro, há apenas três formas: parcerias pagas, quando o influenciador faz uma publicidade com a marca e deixa sinalizado (o que é lei no Brasil); com presentes, que os seguidores compram para seus criadores preferidos; e por assinatura, quando há conteúdos exclusivos para quem topa pagar por eles.
Outro lugar que remunera criadores é o YouTube. Eles reforçaram que não são uma rede social e, sim, uma plataforma de vídeos. No site, as opções de remuneração são diversas: é possível lucrar com publicidade, YouTube Shopping, Clube dos Canais e outros modelos em que os espectadores pagam para ter suas mensagens destacadas no chat.
O jornalista Allan Simon tem um canal no YouTube com 159 mil inscritos. Na profissão desde 2011, ele começou seu canal em 2019. Segundo ele, por falar sobre futebol, seu faturamento é um pouco menor do que de outros canais. “Via em alguns tutoriais de perfis que tinham 300 mil visualizações por mês ganhando cerca de US$ 1.000, enquanto eu ganhava cerca de US$ 250”, conta.
Para ele, para ganhar dinheiro com o YouTube é necessário estratégia. “Você tem que criar uma comunidade, buscar patrocinadores para fazer inserção nos vídeos, e eventualmente abrir um clube de membros para ter mais uma fonte de renda dentro da rede”, explica.














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