A Arm agora operará três linhas principais de negócios: Cloud e IA, Edge – que inclui seus dispositivos móveis e produtos para PCs – e IA física, que abrigará negócios automotivos.
Robôs e automóveis são o núcleo da IA física e compartilham uma ampla gama de tecnologias de sensores e outros hardwares. Fabricantes de automóveis, incluindo a Tesla, estão criando robôs na expectativa de reduzirem custos de produção e aumentarem a eficiência.
A Arm não fabrica chips, mas fornece a tecnologia que está por trás da maioria dos smartphones do mundo e um número crescente de outros dispositivos, como laptops e chips de data center. A empresa ganha dinheiro cobrando taxas de licenciamento e royalties quando seus projetos são usados pelos fabricantes de chips e aparelhos eletrônicos.
O foco ampliado da empresa em IA física faz parte de um esforço maior para aumentar os negócios. Desde que o presidente-executivo, Rene Haas, assumiu o comando da empresa, há cerca de quatro anos, a Arm desenvolveu maneiras de aumentar os preços de sua tecnologia mais recente e está considerando seu próprio design de chip completo.
Os executivos da Arm veem a robótica como um mercado com imenso potencial de crescimento a longo prazo. O chefe da unidade recém-formada, Drew Henry, disse à Reuters que as soluções físicas de IA podem ter um impacto considerável na economia dos países. Essa divisão planeja ter uma equipe dedicada à robótica, disse o diretor de marketing da Arm, Ami Badani.
A empresa combinou os setores automotivo e de robótica em uma única unidade porque as exigências dos clientes em relação a aspectos como consumo de energia, segurança e confiabilidade são semelhantes, disse Badani. Vários fabricantes de automóveis também estão migrando para a robótica humanoide.














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