A empresa não revelou o volume ou o custo dos robôs, mas disse que pretende implementar a adoção em todos os seus locais de fabricação como parte de um impulso para a “IA física”.
Inicialmente, os robôs realizarão tarefas de sequenciamento de peças a partir de 2028, com aplicações que se expandirão gradualmente à medida que os benefícios de segurança e qualidade forem validados, disse a empresa.
Até 2030, a Hyundai disse que se espera que os robôs Atlas passem para a montagem de componentes, com um plano de longo prazo para assumir tarefas que envolvam cargas pesadas, movimentos repetitivos e operações complexas em todos os locais de produção.
A empresa afirma que os robôs foram projetados para reduzir o esforço físico dos trabalhadores ao assumirem tarefas repetitivas e de alto risco, estabelecendo as bases para um uso comercial mais amplo em ambientes industriais, afirmou.
Na Kia Corp, afiliada da Hyundai, o sindicato dos trabalhadores solicitou, no ano passado, a criação de um órgão para tratar de possíveis questões de direitos trabalhistas em preparação para a era da IA, já que os trabalhadores demonstraram preocupação com a expansão da automação.
A empresa espera que os robôs humanoides se tornem o maior segmento do mercado de inteligência artificial física, que se refere a sistemas de IA incorporados em hardware que coletam dados do mundo real e tomam decisões autônomas, abrangendo áreas como robótica, fábricas inteligentes e direção sem motorista.













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