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Mãe e filha morrem após refeição contaminada; médicos são investigados

Uma mulher e a filha adolescente morreram após consumirem uma refeição de Natal supostamente contaminada, na Itália. As vítimas são Antonella Di Ielsi, de 50 anos, e Sara Di Vita, de 15, que morreram com poucas horas de diferença depois de ingerirem um prato com peixe, cogumelos e mexilhões durante o período festivo.

Segundo as autoridades, mãe e filha, ambas italianas, teriam desenvolvido um quadro de hepatite fulminante, caracterizado por insuficiência hepática aguda, possivelmente causado por envenenamento alimentar.

Sara chegou a procurar atendimento médico duas vezes e foi liberada após as avaliações iniciais. O quadro, no entanto, se agravou de forma repentina, e a adolescente morreu por volta das 23h de sábado, no Hospital Cardarelli. Pouco depois, Antonella foi internada ao apresentar os mesmos sintomas da filha.

De acordo com o médico Vincenzo Cuzzone, o estado clínico da jovem sofreu uma evolução extremamente rara e rápida, que levou à morte, apesar das tentativas de tratamento. Um boletim médico informou que houve falência hepática seguida por uma sucessão acelerada de complicações, culminando em falência múltipla de órgãos.

Após o ocorrido, investigadores foram até a residência da família, em Pietracatella, para recolher alimentos e restos da refeição consumida. Exames descartaram botulismo e contaminação por veneno para ratos. A principal suspeita é a presença do cogumelo Amanita phalloides, conhecido popularmente como “chapéu-da-morte”, altamente tóxico.

Segundo o jornal britânico The Mirror, o marido de Antonella e pai das meninas também apresentou sintomas semelhantes e permanece internado. Já a filha mais velha, de 18 anos, não foi afetada, pois não participou da mesma refeição.

O jornal italiano Il Messaggero informou que cinco médicos do Hospital Cardarelli estão sendo investigados por possível negligência no atendimento. O prefeito da cidade afirmou que a comunidade está profundamente abalada e que as autoridades trabalham para identificar a origem dos cogumelos, apurar responsabilidades e evitar que outras famílias sejam atingidas pela tragédia.
 

Natural de Campina Grande, Genival Barros tinha papel fundamental na equipe do Roberto Carlos, atuando como diretor de produção dos shows do cantor por mais de 60 anos. A causa da morte não foi divulgada pela família

Folhapress | 08:10 – 05/01/2026

 

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