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EUA impõem sanções contra acusados de financiar atividades cibernéticas da Coreia do Norte

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (4) a imposição de sanções contra oito pessoas e duas entidades acusadas de participar de esquemas de lavagem de dinheiro ligados a atividades cibernéticas da Coreia do Norte. Segundo o órgão, as medidas têm como objetivo cortar o financiamento dos programas de armas de Pyongyang, considerados uma ameaça à segurança do país.

“Esses agentes, ao gerar receitas para o desenvolvimento de armas da Coreia do Norte, representam uma ameaça direta à segurança dos EUA e do mundo”, afirmou John Hurley, subsecretário do Tesouro para terrorismo e inteligência financeira. Ele acrescentou que Washington vai perseguir “facilitadores e colaboradores” envolvidos nas operações para interromper as fontes de receita do regime norte-coreano.

Com as medidas, Washington busca restringir os canais financeiros usados por Pyongyang para sustentar suas atividades cibernéticas, ampliando a pressão econômica sobre o regime de Kim Jong-un.

Entre os sancionados estão os banqueiros norte-coreanos Jang Kuk Chol e Ho Jong Son, acusados de gerenciar fundos relacionados a um grupo que aplica golpes com ransomware (software malicioso usado para extorsão) e que já fez vítimas nos EUA, de acordo com o Tesouro americano.

Washington também incluiu na lista a empresa Korea Mangyongdae Computer Technology Company, sediada na Coreia do Norte, e seu presidente, Yong Su. Segundo o Tesouro, a companhia utilizou cidadãos chineses como intermediários para ocultar a origem de recursos financeiros ilícitos.

Outros cinco indivíduos foram identificados como representantes de instituições norte-coreanas na China e na Rússia. Essa lista indica preocupação dos EUA com uma rede internacional de apoio ao regime.

As sanções ainda atingiram o Ryujong Credit Bank, instituição acusada de oferecer assistência financeira em atividades destinadas a evitar restrições internacionais, incluindo o envio de receitas em moeda estrangeira, operações de lavagem de dinheiro e transações relacionadas a trabalhadores norte-coreanos no exterior.

Os documentos da auditoria feita ao Museu do Louvre, após o assalto do dia 19 de outubro, consultados pela imprensa francesa, revelaram que o sistema de segurança estava fragilizado há décadas

Notícias ao Minuto | 14:12 – 04/11/2025

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